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SILVOESCOLA CANINA
Método

Método Silvo

É assim que chamamos à nossa maneira de trabalhar. Aqui fica o que é, de onde vem e o que muda para si quando traz cá o cão.

Chamamos-lhe Método Silvo. É a nossa maneira de treinar e assenta numa linguagem moderna e equilibrada, pensada para todos os donos e para todos os cães — não é um método para quem já sabe treinar.

A arquitetura é nossa e vai sendo afinada: juntamos o que há de mais sólido no treino moderno ao que aprendemos em formação contínua, cá dentro e lá fora.

Na prática quer dizer duas coisas. A primeira: nada de modelo de fábrica — fazemos sempre uma avaliação aprofundada antes do treino, e todos os cães ficam com um programa feito para eles. A segunda está na frase que repetimos sempre: primeiro perceber, depois pedir. Um cão que obedece porque não percebe outra saída não é um cão treinado, é um cão calado.

«Primeiro perceber, depois pedir.»
A frase que dizemos a toda a gente no primeiro dia, e que resume o resto desta página.

O que não muda, seja qual for o cão

A avaliação vem sempre primeiro. Sem exceções, nem para quem já trouxe outro cão cá.

Não há programa de prateleira. Há o cão que está à nossa frente e a casa em que ele vive — e são essas duas coisas que fazem o plano.

O trabalho passa para si. Nós estamos com o cão uma hora; é consigo que ele vive o resto da semana, e é aí que aquilo pega ou não pega.

E continuamos a andar em cursos, seminários e conferências todos os anos. Nunca se acaba de aprender isto.

Um boxer sentado num terreno de erva seca, seguro ao peito pela dona, de camisola às riscas
Metade do trabalho é sempre com quem está do outro lado da trela.

Porque é que a avaliação é obrigatória

Porque ladrar, puxar e rosnar são a mesma coisa vista de fora e coisas diferentes por dentro. Um cão puxa por excitação, outro puxa a fugir de qualquer coisa, e o trabalho que se faz com os dois não tem nada a ver. Um plano feito sem ver o cão é um palpite bem escrito — e, pior, faz-lhe perder semanas a treinar a coisa errada.

É por isso que também não damos preços ao telefone antes de a fazer: até sabermos o que temos à frente, qualquer número que lhe déssemos era invenção.

O que dizemos sempre a quem acabou de trazer um cachorro

  1. Rotina antes de truques.

    Horas de comer, de dormir e de sair sempre parecidas. Um cachorro previsível e descansado aprende melhor do que um cachorro entretido ao acaso o dia inteiro.

  2. Deixe-o dormir.

    Cachorros dormem muitíssimo, e um sítio só dele onde ninguém lhe mexe evita metade dos problemas que aparecem daqui a seis meses.

  3. O mundo aos poucos.

    Conhecer pessoas, chãos, sons e outros cães é importante, mas em doses pequenas e que corram bem. Um susto grande aos quatro meses demora muito mais a desfazer do que aquilo que se ganhou nas dez saídas anteriores.

  4. Ficar sozinho aprende-se.

    Segundos, depois minutos, e sempre a voltar antes de ele se afligir. Deixar oito horas ao terceiro dia raramente corre bem.

  5. Toda a gente na mesma linha.

    Se o sofá é proibido para um e permitido para outro, o cão não está a desobedecer: está a ser bem-educado por duas regras diferentes.

Isto é conversa geral, não substitui ver o cão. E qualquer mudança repentina de comportamento é assunto para o veterinário antes de ser assunto para nós.

Conte-nos o que se passa com o seu cão

Uma mensagem chega para começarmos. A partir daí marcamos a avaliação, vemos o cão, e depois falamos do resto.

210 000 000
Telefone e WhatsApp, o mesmo número.

ola@escolasilvo.pt

Casal do Pinhal
3000-000 Vale Fundo · concelho de Serra Alta

LigarWhatsAppAvaliação
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